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A Doutrina Espírita nos convida ao estudo; mas alerta-nos que sem Obras nunca seremos verdadeiramente ESPÍRITAS.

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

A DIVULGAÇÃO ESPÍRITA




"Há companheiros que se dizem contrários à divulgação espirita.

Julgam vaidade o propósito de se lhe exaltar os méritos e agradecer os benefícios nas iniciativas de caráter público.

Para eles, o Espiritismo fala por si e caminhará por si.

Estão certos nessa convicção mas isso não nos invalida o dever de colaborar na extensão do conhecimento espírita com o devotamento que a boa semente merece do lavrador.

- O ensino exige recintos para o magistério.

O Espiritismo deve ser apresentado por seus profitentes em sessões públicas.

- A cultura reclama publicações.

O Espiritismo tem a sua alavanca de expansão no livro que lhe expõe os postulados.

- A arte pede representações.

O Espiritismo não dispensa as obras que lhe exponham a grandeza.

- A indústria requisita produção que lhe demonstre o valor.

O Espiritismo possui a sua maior força nas realizações e no exemplo dos seus seguidores, em cujo rendimento para o bem comum se lhe define a excelência.

Não podemos relaxar a educação espírita, desprezando os instrumentos da divulgação de que dispomos a fim de estendê-la e honorificá-la.

Allan Kardec começou o trabalho doutrinário publicando as obras da codificação e instituindo uma sociedade promotora de reuniões de palestras públicas, uma revista e uma livraria para a difusão inicial da Revelação Nova.

Mas não é só.

Que Jesus estimou a publicidade, não para si mesmo, mas para o Evangelho, é afirmação que não sofre dúvida.

Para isso, encetou a sua obra aliciando doze agentes respeitáveis para lhe veicularem os ensinamentos e ele próprio fundou o cristianismo através de assembléias públicas.

O "ide e pregai" nasceu-lhe da palavra recamada de luz.

E compreendendo que a Boa Nova estava ameaçada pela influência judaizante em vista da comunidade apostólica confinar-se de modo extremo aos preceitos do Velho Testamento, após regressar às Esferas Superiores, comunicou-se numa estrada vulgar, chamando Paulo de Tarso para publicar-lhe os princípios junto à gentilidade a que Jerusalém jamais se abria.

Visto isso, não sabemos como estar no Espiritismo sem falar nele ou, em outras palavras, se quisermos preservar o Espiritismo e renovar-lhe as energias, a benefício do mundo, é necessário compreender-lhe as finalidades de escola e toda escola para cumprir seu papel precisa divulgar."

(André Luiz, Opinião Espírita, cap. 37, Editora CEC)

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  • Jornalismo Espírita

O estudioso da doutrina que se disponha a aprofundar-se no conhecimento de seus postulados e à pesquisa de seus princípios e sólidos fundamentos, para, posteriormente, divulgá-los e comentá-los, é um arauto designado pela Espiritualidade, que se anuncia pela letra e não pela voz.

Dele requer-se dedicação, sacrifícios, tolerância, senso acendrado de ética, ajuizamento dos fatos, mais com o coração do que com o cérebro.

Dele requer-se o entusiasmo, sem que, contudo, a fidelidade dos fatos possa ser prejudicada.

Dele requer-se ponderação, ainda que seu íntimo esteja em brasa, ante intransigências e incompreensões.

O jornalista espírita é um interprete, um tradutor das verdades kardequianas, que, pelos vícios do galicismo, pela variação de sentido das palavras, com o passar do tempo, torna-se muitas vezes, de difícil assimilação por muitos. O jornalista espírita é preparado para esta tarefa, porque nada, rigorosamente, é obra do acaso.

O êxito do jornalismo espírita faz estremecer as organizações de espíritos menos felizes, pois, quanto menos entendam os espíritas de sua Doutrina, mais fácil a semeadura de superstição, da descrença, da ritualística, das “verdades” sem lastro...

Quanto mais evolua a imprensa espírita, menos êxito terão os vassalos das interpretações polemizantes, sem outro objetivo que não o de cindir, de desarmonizar. Eis a razão pela qual, também nesse campo, existe tanto personalismo, tanta vaidade, tantos interesses pessoais se sobrepondo ao coletivo.

A Doutrina Espírita precisa de seu jornalismo. Não foi sem razão de ser que, em 1858, o Mestre Allan Kardec recebeu permissão da Espiritualidade Superior para iniciar a edição da Revista Espírita, não é sem motivo que a imprensa espírita cresce e se desenvolve, nascendo periódicos a quantos feneçam.

Honra, pois, aos verdadeiros jornalistas espíritas e seus periódicos; que prossigam na cruzada de amor às letras doutrinárias, que faz fremir corações e jubilam os espíritas que a ela se dedicam.

ADE-RJ Informa 55(ANO VII MAIO/JUNHO de 2002)

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  • O Dever da Propagação

Entre tantos chamamentos ao trabalho de divulgação espírita, há uma mensagem inserida por Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo com o título A felicidade não é deste mundo (capítulo V, item 20), que chama a atenção pela força de expressão em determinado trecho. Solicito ao leitor ler e reler com muita atenção o trecho referido, que transcrevemos: "Deveis todos consagrar-vos à propagação desse Espiritismo que já deu começo à vossa própria regeneração. Corre-vos o dever de fazer que os vossos irmãos participem dos raios da sagrada luz. Mãos, portanto, à obra, meus muito queridos filhos!".

Que belo trecho! Que convite mais direto! Que sagrada luz realmente a Doutrina dos Espíritos! Quantas vezes já não repassamos os olhos por aquela mensagem e não havíamos notado nas "entrelinhas" esta bela expressão assinada pelo espírito François-Nicolas-Madeleine, cardeal Morlot, em mensagem ditada em Paris em 1863.

As alegrias e o bem que nos têm proporcionado o Espiritismo poderão igualmente iluminar os lares e os corações de nossos irmãos que ainda não tiveram acesso ou ainda não conhecem esses ensinamentos. E a quem cabe o papel da distribuição dessas luzes, senão aos próprios espíritas em nossos grupos?

Estas considerações todas surgem em virtude da oportunidade da campanha lançada pela Associação dos Divulgadores do Espiritismo no Estado do Paraná _ ADE-PR _ em favor da imprensa espírita. Objetivando estimular a leitura, distribuição, comentário, divulgação e inclusive assinaturas de nossos veículos de imprensa espírita (e claro visando também a viabilidade, manutenção e sobrevivência desses órgãos), a campanha lançada no Paraná no último 29 de julho espera contagiar o país. Afinal, é ela, a imprensa, que leva a informação, a conscientização e forma _ ao lado do estudo doutrinário _ o espírita consciente e participativo.

Já não é hora de nossas Instituições Espíritas voltarem seus olhos para os jornais e revistas espíritas em circulação _ distribuindo-os e comentando o conteúdo dessas publicações _, estimulando o público a assinar revistas e jornais espíritas, ao invés de relegá-los ao abandono e ao mofo? Quantas informações preciosas não estão lá, nas páginas idealisticamente elaboradas e mantidas a custo de sacrifícios...

Como desprezar isto? Como esquecer o esforço da imprensa?

Surgem inúmeras desculpas: o povo não lê, o povo não tem dinheiro, estamos distribuindo cestas básicas. Tudo muito certo e coerente. Mas... A divulgação, o estudo e a participação precisam ser estimulados. O público freqüentador fará o que for estimulado pelo dirigente. Se for valorizado na Casa o jornal, a revista, o público ou o grupo trabalhador dará a estes órgãos a atenção e consideração que eles efetivamente merecem.

Apenas isto está faltando: a adesão do dirigente.

Não veja o jornal ou a revista como algo dispensável. Pense no valor das publicações, nas jóias que estão em suas páginas. Pense nos caminhos que eles vão abrir... Isto tornará o espírita consciente, participativo...

É notável a iniciativa da ADE-PR! Nossos cumprimentos aos companheiros!

Vamos prestar atenção nela. Vamos reler o conselho do espírito acima citado e começar a olhar com mais amor o apoio que todos devemos aos nossos órgãos de imprensa, como este jornal, por exemplo...


Orson Peter Carrara - Mundo Espírita, setembro de 2001

Música Espírita : Luz Espírita - de Ery Lopes (Elizabete Lacerda )-

quarta-feira, 12 de junho de 2013

AINDA O AMOR


Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido pelos Espíritos do Bem como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
*   *   *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
*   *   *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão. 

Redação do Momento Espírita com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 do livro Momentos enriquecedores, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Em 05.05.2009.

terça-feira, 11 de junho de 2013

PARA QUE SERVE O CASAMENTO?



Você já se perguntou alguma vez sobre os objetivos do casamento?
Sim, porque algum objetivo o Criador deve ter para fazer da união de dois seres uma lei da natureza.
Talvez, refletindo superficialmente você responda que o objetivo do casamento é a perpetuação da espécie humana. Mas será só isso?
Na verdade, o casamento marca grande progresso na marcha evolutiva da Humanidade.
E, por quê?
Porque Deus visa não somente a procriação, mas também a evolução moral dos seres.
É assim que o casamento se constitui numa excelente oportunidade de crescimento para aqueles que sabem aproveitá-la bem.
Quando duas pessoas resolvem, de comum acordo, viver sob o mesmo teto, desde logo terão chances de melhoria individual. E a primeira delas é vencer o egoísmo.
Sim, porque o que antes era meu, agora passa a ser nosso.
Antes de casar, era o meu quarto, o meu carro, o meu aparelho de som, o meu... o meu...
No primeiro dia de convivência mútua, deverá ser o nosso quarto, o nosso carro, o nossoaparelho de som, e assim por diante.
Com o passar dos dias os pares vão se conhecendo melhor, e percebem que o outro não era bem aquilo que parecia ser.
Bem, nosso par tem algumas manias que desaprovamos, e que só notamos graças à convivência diária.
Eis uma ótima oportunidade para aprender a dialogar e resolver conflitos como gente grande.
Depois surgem mais alguns membros para nos ajudar a treinar outras virtudes: chegam os filhos.
Agora temos que dividir um pouco mais, e isso nos torna menos egoístas.
Devemos dividir mais a atenção, treinar a renúncia, aprender a passar noites sem dormir, tropeçar em fraldas sujas, correr para o médico nas horas mais impróprias, perder o filme que gostaríamos de assistir... a novela... o telejornal.
A cama, que antes era só minha e passou a ser nossa, agora tem mais alguém nela, disputando espaço.
E não é só o espaço físico que o pimpolho reclama, ele quer nosso carinho, nossa atenção, nossa companhia, nossa proteção.
E aí temos a grande oportunidade de aprender a superar o ciúme, o medo, a insegurança, o desejo de posse exclusiva sobre o nosso par, para amparar esse serzinho que chegou para ficar.
Junto a tudo isso, herdamos também a família do nosso cônjuge, que nem sempre nos parece uma boa aquisição.
Eis um grande desafio para aprender a fraternidade pura, a tolerância, o desprendimento, a amizade e outras tantas virtudes que ainda não possuímos.
Ademais, para cumprir bem o papel que um dia aceitamos, unindo-nos a alguém de livre e espontânea vontade, é preciso que os dois pilares do templo chamado lar permaneçam firmes até o fim.
Quando isso não acontece está declarada a vitória do egoísmo. Está declarada a nossa falência enquanto seres que desejamos superar os limites e alcançar paragens mais felizes.
*   *   *
Talvez você não concorde com todos esses arrazoados, no entanto, seria bom refletir sobre o assunto.
Há casos de pessoas que optam por não se casar, assumindo, declaradamente seu egoísmo. Com certeza irão responder perante a própria consciência e a Consciência Cósmica pela decisão tomada.
Considerando que nem todos nascem com o compromisso de se casar, obviamente estamos falando daqueles que tinham assumido esse compromisso, antes de renascer.
Aquele que se casa e promete conviver bem com seu par e com os filhos que Deus lhes envia, mas abandona o barco ao menor indício de tempestade, certamente será responsável pelos destinos daqueles que abandona à própria sorte.
Isso será, fatalmente, sementeira de amargura num futuro próximo ou distante, cuja colheita será obrigatória.
Por todas essas razões, vale a pena pensar ou repensar os nobres objetivos que a Divina Sabedoria estabeleceu com a união de dois seres.
Vale a pena refletir sobre o que queremos para nós. Refletir sobre as forças internas que devem nos elevar acima dessa miséria moral chamada egoísmo.
Ou será que vamos jogar a tolha, numa demonstração tácita de derrota para esse monstro cruel?
Pense nisso! Pense agora! E decida-se pelo amor.

Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v.10,  e no livro Momento Espírita, v.4, ed. Fep. Em 12.06.2009. 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

terça-feira, 4 de junho de 2013

E AGORA, QUE ESTÁS ESPERANDO?


No livro bíblico Atos dos Apóstolos, está registrado o episódio em que Saulo de Tarso, inicialmente perseguidor dos primeiros cristãos, seguia em viagem a Damasco quando lhe apareceu Jesus.
Após essa visão gloriosa, ele se sentiu profundamente tocado pelo amor do Cristo. Estando em Damasco, recebeu a visita de Ananias, arauto do Nazareno naquela cidade.
No diálogo que entre ambos se estabeleceu, perguntou-lhe, em certo momento, o velho Ananias: E agora, por que te deténs?
Revendo seus conceitos, Saulo atendeu ao chamado de Jesus e se transformou em valoroso discípulo do Evangelho.
*  *  *
A partir do momento em que assimilamos o conhecimento sobre a realidade espiritual e as leis Divinas, é de se esperar que façamos algo a esse respeito.
Nossa conduta deveria então ser pautada de acordo com as verdades que conhecemos.
Conveniente seria que nos movimentássemos sempre em direção ao que julgamos correto realizar.
Por que, então, nos detemos?
Se sabemos que a vida não termina no túmulo, que a alma sobrevive à morte do corpo físico, não deveríamos desperdiçar tempo com coisas insignificantes, levando nossa existência como se não houvesse amanhã.
Como podemos passar a vida preocupados em amealhar tesouros na Terra, e temos consciência de que os únicos tesouros que levaremos conosco, ao morrermos, serão as virtudes morais que conquistamos durante nossa existência?
Cabe-nos refletir e identificarmos os fatores que estão dificultando ou até mesmo paralisando nossa marcha.
A sociedade nos impõe padrões de comportamento, dos quais, algumas vezes, discordamos, mas acabamos agindo contra os nossos princípios, por necessidade de sermos aprovados.
É natural que tenhamos medo de agir de forma diferente da maioria.  Aprisionamo-nos, com facilidade, na situação em que estamos, porque é confortável e seguro.
Um dos fatores que dificulta a caminhada é o egoísmo.
Ainda vivemos muito em função de nós mesmos, o que nos impede de enxergar as necessidades do outro. Essa é uma dificuldade que precisa ser identificada e vencida.
O orgulho também aparece como um fator paralisante.
É comum estarmos envolvidos em uma tarefa dignificante, em algo que faz bem ao próximo e também a nós mesmos, até que alguém seja inconveniente conosco, o que é suficiente para nos fazer desistir.
O orgulho não permite que ouçamos com agrado as críticas que nos são dirigidas, mesmo quando o objetivo é nos fazer refletir sobre algo que possa ser modificado em nós, para o próprio crescimento espiritual.
Tenhamos em nossos corações a fé raciocinada, o otimismo e a esperança, lembrando sempre que a oração é recurso abençoado, que nos dá coragem e nos impulsiona a agir.
Assim nos sentiremos fortalecidos para seguir em frente sem nos determos diante dos obstáculos, vencendo tanto as barreiras que encontramos dentro de nós mesmos quanto os fatores externos que dificultam a caminhada.
Não duvidemos da nossa capacidade de fazer o melhor.
É sempre possível fazer um tanto mais.

Redação do Momento Espírita, com base no livro bíblico Atos dos Apóstolos, cap. 22, versículo 16 e na palestra proferida por Sandra Della Pola, no Centro Espírita Ildefonso Correia, em 12.08.2012. Em 9.3.2013

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