Nota

A Doutrina Espírita nos convida ao estudo; mas alerta-nos que sem Obras nunca seremos verdadeiramente ESPÍRITAS.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A TRISTEZA



Em muitas ocasiões, você pensa que a grande tristeza jaz nos momentos em que os caprichos e desejos desatendidos remexem sua intimidade, fazendo-lhe sofrer. De outro modo, admitirá que seja de amara tristeza a ausência física de alguém que demandou a Eternidade, a quem dedicava afeto, ou, ainda, o desastre econômico que lhe haja atingido, baqueando-lhe a marcha dos empreendimentos materiais.

Realmente, esses motivos ponderáveis para o seu entristecimento, vergastando-lhe as experiências, deixando-lhe marcas de demorada recomposição, muitas vezes. Não obstante, sempre defrontamos situações que impõem maior gama de amargores, entristecendo as horas nossas no mundo, quando podemos:

servir ao bem, e desservimo-lo;

oferecer, e retiramos;

apresentar a palavra harmoniosa que constrói e renova, e profanamos o dom de falar, com expressões agressivas que perturbam;

amar, e nos detemos nas farpas odientas;

compreender, e tornamo-nos cruéis na incompreensão;

caminhar à frente, e fixamo-nos na retaguarda do atraso.

Não padece de dúvida o fato de que acharemos diversas ocorrências nas quais o ser humano, nas atividades terrenas, sentir-se-á infeliz, como se o mundo lhe houvesse ruído sob os pés. Porém, você bem consegue perceber que a maior tristeza que pode se abater sobre uma criatura, torturando-a, fomentando desditas para o espírito, é o mau aproveitamento doas oportunidade que lhe concede o Criador, para evoluir e brilhar.

Medite sobre isso e plasme alegrias de que carece, nos enobrecedores serviços do amor.

Livro: Rosângela
Rosângela & J. Raul Teixeira

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